Os conteúdos estão a entrar todos no blog da treza com a data de origem, excepto alguns que destaco, referindo no rodapé a data original de publicação. Porque era preciso encontrá-los.
11 de Mai de 2008
REGRESSO AO SAPO - CASA MÃE
Os conteúdos estão a entrar todos no blog da treza com a data de origem, excepto alguns que destaco, referindo no rodapé a data original de publicação. Porque era preciso encontrá-los.
apontamento de Trêza | guardado em: mudanças
10 de Mai de 2008
Garfada eminente
Tinhas dito que sabias o que querias, Talvez soubesse apenas o que não queria, É um princípio, mas não um caminho, pois não contém objectivos. Objectivos.. será possível estabelecer objectivos sem cair na ratoeira da (falsa) expectativa, Porquê falsa, É sempre um risco, Quem não arrisca não petisca, Mas nem sempre o petisco justifica o preço, Então e agora, Agora é tempo de levantar a âncora e fazer-me à vida, que a festa apaga a tristeza, Ah..
1 de Mai de 2008
Ao largo
Tantas cores, tantos gritos, tanto fingimento, tanta gente perdida da sua rota, qual bússola vendida ao desbarato na busca fácil do paraíso. Perdem-se os dias no marasmo repetitivo das modas, das tendências, da opinião do outro, da carneirada social.

Quando ninguém está a ver não existem os outros, não existe um deus omnipresente, ninguém sabe, porque a máscara existe, iludem-se.
27 de Abr de 2008
Na primeira pessoa
Pasmam-se-me as palavras ante a beleza do sol filtrado no teu sorriso. Não conseguem dizer a luz inebriante que o passar do tempo não perde, nem conseguem dizer a cor de cada momento nos teus braços. Procurei-as no dicionários sem medo de palavras grandes, que ainda assim, não conseguem conter uma única nuance do teu aroma, nem um poro. As palavras têm destas coisas, terem sido feitas para coisas já vistas e terem as suas limitações.
Mas que me resta então. Se a vontade de dizer amor não pede licença à razão. Cresce. Impõem-se. E não enfraquece quando a alma esbarra na mais inutil armadilha, a que retira os significados, como na fragilidade da palavra repetida até ao vazio. Desalmada, como que independente, esta coisa que ferve cá dentro quando o teu nome aparece a piscar na cara do meu telefone. Paixão que se eterniza e se renova no render dos dias em que vai sendo escrita a nossa história.
Abandonei os dicionários e fugi como o diabo da cruz de cada palavra holográfica em que piscava um zê e um ésse, Pessoa ter-me-ia odiado. Mas que me importam os acordos e regras ortográficas quando o meu peito quase rebenta desta sensação boa de gostar de ti. Rende-se-me a alma numa entrega encantada de afagos e toques e encontros e beijos teus. Invade-me esta força doida de risos rasgados de confianças e afectos. Vou deitar-me na cama que ainda murmura os nossos abraços em aromas que a memória mantem em primeiro plano. Vou render-me e deixar de procurar palavras que dissessem isto.
Sinto uma honra imensa em caminhar a teu lado. Isto tinha de ser dito na primeira pessoa.
Gato Vadio a 11.04.2007
apontamento de Trêza | guardado em: caminhos
18 de Abr de 2008
Quando
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apontamento de Trêza | guardado em: caminhos
14 de Abr de 2008
Nem sempre
Gritam todos os músculos e doidos desses gritos os neurónios derretem e escorrem pelas sarjetas encardidas de medo asfixiando uma auto-estima cansada de mentir ao espelho do entendimento.apontamento de Trêza | guardado em: o próprio
9 de Abr de 2008
Podem ser tudo..
lo e olhar para trás..
Sorriso a 45% que foi provado ser o mais sexy pela revista cor-de-rosa mais cara, e ar de quem não sabe bem que é.Que sonhos, que vontade própria, que liberdade de ser, que endorfinas poderão alimentar a alma vazia dos carneirinhos sociais juvenis quando educados para pensar que podem ter tudo. Que PODEM SER TUDO.
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3 de Abr de 2008
Pára tudo, coitadinho
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22 de Mar de 2008
Amar
Atiram-se os corpos cansados para longe da cidade e deixam-se no silêncio da paciência do mar em murmúrios.apontamento de Trêza | guardado em: caminhos
18 de Mar de 2008
Tens nas guelras o sangue amordaçado pelo tempo perdido e no peito os cacos da taça de querer ser melhor. Tantas lutas, tantos ferimentos, tantas noites ao relento da coragem que os dias oxidam.Rebenta-se-me a alma de tanta tristeza, asfixiante como vapores de chá batidos pela briza lunar que teima em lamber-me as feridas da memória, enquanto tu permaneces imóvel, alheia e desistente. Como se o tempo tivesse desistido do seu galopar incansável. Como se não tivesses nada a perder. Porque há sempre a perder o que ainda se pode ganhar, grito..
Tristes são todos os olhos petrificados na solidão das máscaras impostas e limitadoras de entendimento comum, plural.. enquanto impressionantes listas de significados, também eles impostos, substituem os sentidos individuais, que entretanto escorrem pelas bermas dos caminhos entupindo todas as bocas de todos os gritos.
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apontamento de Trêza | guardado em: máscaras




